INGLATERRA - 2ª GUERRA MUNDIAL: OPERAÇÃO FOXLEY, UM PLANO PARA ASSASSINAR HITLER - 1944!!!

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INGLATERRA - 2ª GUERRA MUNDIAL: OPERAÇÃO FOXLEY, UM PLANO PARA ASSASSINAR HITLER - 1944!!!

Mensagem por Antonio C. Pulsy em Qua Mar 14 2018, 08:25

Compartilho com os colegas, "Operação Foxley, Um Plano para Assassinar Hitler - 1944!!!"


                                                         OPERAÇÃO FOXLEY,
                                              UM PLANO PARA ASSASSINAR HITLER.

Operação Foxley foi um plano para assassinar Adolf Hitler, idealizado em 1944 pelo Special Operations Executive (SOE) britânico (Operações Especiais Executivas), mas nunca levado adiante. Acredita-se que o atentado seria realizado entre 13-14 de julho de 1944, durante uma das visitas de Hitler à Berghof, sua residência e quartel-general em Obersalzberg, Berchtesgaden, nos Alpes Bávaros, sul da Alemanha. Um dos primeiros planos do SOE para matar Hitler foi tentar explodir o trem blindado Amerika, rebatizado Brandenburg em 1943, em que ele viajava pela Europa ocupada. O SOE tinha grande experiência em descarrilar trens usando explosivos, mas o plano foi desfeito, porque o líder nazista tinha uma agenda de viagens muito irregular e imprevisível, e as estações só eram informadas de sua chegada poucos minutos antes delas acontecerem. Outro plano era colocar um veneno sem gosto mas letal no abastecimento de água potável do trem blindado que o conduzia, mas este também foi abandonado pela necessidade de se conseguir a colaboração de alguém de dentro da comitiva de Hitler, o que foi impossível. Finalmente, um assassinato usando um sniper (franco atirador) foi considerado pela Inteligência como o plano mais viável de ser executado com sucesso. Em junho de 1944, após o dia D, as forças de invasão aliadas levaram um prisioneiro alemão que fez parte do destacamento de segurança em Berchtesgaden para interrogatório. Esse soldado descreveu as rotinas diarias em Berghof. Uma delas foi como as pessoas podiam saber que Hitler estava residindo lá, e assim por diante. Entre as coisas que eles souberam foi que a equipe de Berchtesgaden levava uma bandeira com a Suástica e, sempre que Hitler estava lá, hasteavam a bandeira. O prisioneiro também disse a eles que, quando Hitler acordava por volta das 10:00 da manhã, ele invariavelmente fazia uma caminhada sozinho de 20 ou 30 minutos até a casa de chá no Obersalzburg que era do outro lado do complexo de Berghof. Esta caminhada apresenta vistas panorâmicas do vale abaixo. Ele ficava desprotegido perto de certa área de arbustos, fora de observação das sentinelas do complexo. O plano básico da Operação Foxley era matá-lo com um tiro de longa distância, enquanto realizasse essa caminhada entre Berghof e a casa de cha. O SOE lançaria de pára-quedas um polonês fluente em alemão e um atirador britânico na área em volta de Obersalzberg, usando uniforme e armamento alemães. Eles deveriam se infiltrar no complexo até encontrarem uma posição que permitisse uma visão limpa do caminho percorrido por Hitler, dentro de um alcance para rifle de 300 metros. Fotos detalhadas do local foram providenciadas por aviões de reconhecimento, mostrando até a cor dos uniformes de seus guarda-costas. Um atirador foi recrutado e o plano submetido ao gabinete de Winston Churchill. O atirador treinava em alvos móveis (manequins) com um rifle 98k, padrão da Wehrmacht, sob condições que simulavam o atentado real. A espionagem britânica conseguiu um auxílio no local: um alemão chamado Heidentaler, um veemente anti-nazista e tio do soldado Dieser capturado pelos aliados e vivia em Salzburgo, há 20 km de Berghof, do lado austríaco da fronteira. Comerciante local, ele visitava regularmente um campo de tiro existente a 16 kms de Berghof. Apesar de enfrentar resistências na cadeia de comando militar e em escalões do governo, o plano foi defendido pelo chefe do diretório alemão do SOE e pelo primeiro-ministro. Os dois homens seriam lançados de pára-quedas e abrigados na casa de Heidentaler. Depois, procurariam a posição ideal para o tiro, uniformizados como soldados de montanha da Wehrmacht. O plano rapidamente subiu a cadeia de comando britânica. Winston Churchill o aprovou, pessoalmente. O chefe da diretoria alemã do SOE, tenente coronel Ronald Thornley, não estava tão confiante. Sem atacar a viabilidade da operação em si, Thornley não estava convencido de que assassinar Hitler iria promover o esforço de guerra aliado. Hitler era conhecido por ter um controle absoluto sobre as implementações e estratégias da força alemã, e sua conduta de operações era horrível. Deixando Hitler no seu devido lugar para arruinar o exército alemão, Thornley acreditava, ser esta a melhor estratégia do que matá-lo e fazer dele um mártir perante os nazistas. Como a ideia geral era não apenas derrotar a Alemanha, mas derrotar e erradicar o nazismo, esta premissa era extremamente indesejável. Um ponto altamente desfavorável às pretensões dos que apoiavam o atentado. Devido a este tipo de dúvidas, Thornley e seus colegas do SOE nunca aprovaram o plano, apesar do apoio em "níveis mais altos". Hitler deixou Berghof pela última vez em 14 de julho de 1944, indo para a Prússia Oriental. Ele nunca mais voltou a Berchtesgaden. Seis dias depois, ele sofreria o mais sério atentado à sua vida, mas perpetrado por oficiais alemães na Operação Valquíria!!

CARTÃO POSTAL CARIMBO ESPECIAL BERCHTESGADEN - 20/04/1937, ANIVERSÁRIO DE HITLER.


PLANO PARA ASSASSINAR HITLER.


HITLER COM O COMANDANTE DO TREM AMERIKA.


ADOLF HITLER E EVA BRAUN EM BERGHOF.


HITLER EM SUA CAMINHADA DIÁRIA ATÉ A CASA DE CHÁ.


HITLER E HIMMLER A CAMINHO DA CASA DE CHÁ.


HITLER E A BANDEIRA COM A SUÁSTICA HASTEADA.
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Antonio C. Pulsy

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