BRASIL - AERONAVE EMB - 326 XAVANTE: PRIMEIRO AVIÃO A JATO CONSTRUÍDO NO BRASIL!!!

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BRASIL - AERONAVE EMB - 326 XAVANTE: PRIMEIRO AVIÃO A JATO CONSTRUÍDO NO BRASIL!!!

Mensagem por Antonio C. Pulsy em Sab Ago 12 2017, 23:52

Compartilho com os colegas, "Primeiro Avião a Jato Construído no Brasil - EMB - 326 XAVANTE".

                                                            EMB - 326 XAVANTE.

Junto com a compra de uma nova aeronave supersônica, que viria a ser o Mirage III, havia a necessidade de selecionar uma aeronave de treinamento para a conversão operacional. Com recursos disponíveis e a vontade de desenvolver uma indústria aeronáutica no Brasil, a FAB procurou uma aeronave adequada e que oferecesse condições contratuais vantajosas que permitissem a sua construção no país. A escolha recaiu sobre o Aermacchi MB-326. Essa encomenda e a fabricação do Bandeirante possibilitaram o início da Embraer. A versão brasileira do MB-326GB foi denominada EMB-326 Xavante pela Embraer e AT-26 pela FAB, indicando sua dupla função de ataque e treinamento. Os Xavantes entraram em operação em 1972 e continuaram em produção até 1981, sendo o primeiro avião a reação construído em série no Brasil. A Embraer construiu 166 aeronaves para a Força Aérea Brasileira, sendo as demais exportadas para o Togo (6 unidades) e o Paraguai (10 unidades). Onze aeronaves usadas foram doadas para a Marinha da Argentina, depois da Guerra das Malvinas para repor as perdas desta força no conflito. O número de aeronaves adquiridas permitiu equipar vários esquadrões de ataque da FAB, além de sua função na formação de pilotos. Com o tempo, o número de aeronaves disponíveis diminuiu, estando todas as restantes integradas ao 1º/4º Gav, cuja função é ministrar o curso de líder de esquadrilha. Diante do alto custo dos treinadores avançados modernos, a FAB optou por estender a vida operacional de sua frota de Xavantes. Para tanto, adquiriu peças de reposição, motores e até aeronaves (para servirem como fonte de peças) da África do Sul.O biposto Xavante e o monoposto Impala II utilizam o mesmo motor. As aeronaves recebidas estavam em excelente estado, e a FAB resolveu colocar em operação 11 das 14 adquiridas. Estas aeronaves foram designadas pela FAB como AT-26A. Ao contrário da versão brasileira, o Impala II está equipado com metralhadoras fixas (os Xavantes precisam usar casulos de metralhadoras) e equipamentos de auto-defesa (chafts, flares e detecção de iluminação por radar). O Impala II tinha a capacidade de lançar alguns tipos de mísseis sul-africanos, como o V3-B, mas estes já foram retirados de operação. No dia 2 de dezembro de 2010, houve a desativação de dez aviões Xavantes pela FAB durante cerimônia presidida pelo Comandante da Aeronáutica (FAB), Tenente-Brigadeiro-do-Ar Juniti Saito. Em abril de 2013, os últimos quatro Xavantes restantes no estoque da FAB foram retirados dos cursos de formação e treinamento, conduzidos pelo Grupo Especial de Ensaios em Voo. Em setembro do mesmo ano, a aeronave foi aposentada definitivamente pela FAB, sendo substituída pelo EMB-314 - Super Tucano.


ENVELOPE PRIMEIRO 1º DIA DE CIRCULAÇÃO - PRIMEIRO VOO DO XAVANTE - 06/09/1971.


QUADRA COM CARIMBO PRIMEIRO VOO DO XAVANTE - 07/09/1971.


PRAÇA FORÇA AÉREA BRASILEIRA/CANOAS/RS - EMB - 326 XAVANTE.


PRAÇA FORÇA AÉREA BRASILEIRA/CANOAS/RS - EMB - 326 XAVANTE.


EMB - 326 XAVANTE - BASE AÉREA DE SANTA MARIA/RS. TREVO DE ACESSO.



6º GAC RIO GRANDE/RS - EMB - 326 XAVANTE.


6º GAC RIO GRANDE/RS - EMB - 326 XAVANTE.
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