SELOS DO BRASIL - LIMPEZA E CONSERVAÇÃO

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SELOS DO BRASIL - LIMPEZA E CONSERVAÇÃO

Mensagem por Convidado em Ter Ago 27 2013, 12:41

COMO TIRAR A FERRUGEM DOS SELOS
por Sérgio Marques da Silva (SPP)


Para retirarmos a ferrugem dos selos, precisamos de uma poção de Permanganato de Potássio, água e limão. Todo filatelista sempre tem algum selo com ferrugem, mesmo que não seja aquela ferrugem forte com aparência bem característica de cor alaranjada, avermelhada para marrom, mas além deste grau avançado do processo da ferrugem, sem percebermos temos em nossas coleções grande quantidade de selos já com início da contaminação de ferrugem. Devemos observar atentamente os selos no verso e constataremos que muitos deles já estão com manchas amareladas que se não cuidarmos a tempo elas após pouco tempo já terão definitivamente comprometido o papel.

O Dr. Kazuo Kato e Dr. Alex Paulo Picanço em estudo chamado “A Ferrugem nos selos, uma telemicose” , dizem e comprovam que o elemento que provoca a ferrugem nos selos não é o ferro e sim um fungo que ataca qualquer tipo de papel. É o melhor estudo que conheço sobre ferrugem nos selos, escrito na década de 70. ( Na Biblioteca da SPP tem este estudo aos interessados) O método que conheço, de retirar a ferrugem dos selos realmente retira a ferrugem e conserva o selo por muito mais tempo, imune a mesma, mas a marca invisível que a ferrugem já causou no papel permanece para sempre, é irreversível, mas só pode ser vista se molharmos o selo com água ou benzina, aí então ela aparece enquanto o selo estiver molhado, depois ficará novamente invisível. Para evitar este estágio do processo da ferrugem deve-se limpar o selo logo que as manchas amareladas estão começando a aparecer.

1)- Em primeiro lugar colocamos uma poção de Permanganato de Potássio em um recipiente de vidro ou plástico, com aproximadamente um litro de água. A quantidade de Permanganato de Potássio pode ser correspondente a uma colher pequena de café, não muito cheia, isto se o Permanganato for em pó, ou podemos comprar na farmácia em cartelas com pequenos comprimidos, colocando apenas um para cada litro de água.

2)- Em seguida molhamos os selos na água limpa e colocamos no recipiente preparado com Permanganato e deixamos que a solução atue por 3 ou 4 minutos.

3)- Depois, retiramos os selos que estarão com a aparência escurecida pela ação do Permanganato, lavamos em água limpa e colocamos em outro recipiente já preparado com meio litro de água e o sumo de meio limão espremido (ácido cítrico) e deixamos atuar por mais 3 ou 4 minutos.

4)- Após este período de tempo os selos já voltaram a apresentar a sua cor natural, pois a mistura de água com limão já retirou aquela cor amarelada deixada pelo Permanganato. Agora lavamos novamente os selos em água limpa e deixamos secar sobre folhas de jornal ou papel guardanapo ou papel de rolo de parede.

Devemos tomar todo o cuidado ao manusearmos os selos enquanto eles estiverem molhados, pois estarão muito frágeis nesta condição. Quando os selos estiverem quase que totalmente secos, colocamos os mesmos dentro de livros ou listas telefônicas, para que sequem finalmente prensados entre as folhas e fiquem bem lisos e com boa aparência.

Devemos tomar o cuidado de marcar as folhas em que colocarmos os selos pois muitas vezes não conseguimos encontrá-los depois. Outro cuidado que deveremos tomar quando utilizarmos o processo de limpeza da ferrugem: Não colocar em imersão os envelopes que estiverem escritos com tintas a base de água, que era comum antes do aparecimento das canetas esferográficas, bem como não a limpeza de selos azuis ou rosa, selos estes de 1850 a 1900, pois até então as cores eram propositadamente feitas para perderem a coloração caso fossem lavados com a intenção de reaproveitamento dos selos. Após este trabalho, teremos nossos selos novamente com características de selos perfeitos.

Existem outros métodos rápidos utilizando pequena quantidade de água sanitária ou qualquer outro similar diluído com água, ou utilizando líquido de Daquin, encontrado a venda nas farmácias, que ao ser passado sobre a ferrugem, esta desaparece consideravelmente, mas não estou acostumado a utilizar estes processos, porque após algum tempo a ferrugem reaparece ou deixa o papel amarelado.

O filatelista cuidadoso deve sempre que adquirir selos de altos valores, colocá-los na benzina para verificar se os mesmos contém marcas de reparos ou algum tratamento químico, conseqüência da retirada de ferrugem, feito em alguma época anteriormente. Uma coisa é certa: Se não retirarmos a ferrugem dos selos, esta destruirá totalmente os selos e eles perderão o seu valor na sua totalidade. É melhor que o selo fique saneado, mesmo com sinais quase que imperceptíveis, do que perdê-lo totalmente.

Para retirar a ferrugem de envelopes, o processo é o mesmo, mas devemos ter vasilhas maiores e conforme o caso as quantidades também têm que ser maiores, mas nas mesmas proporções descritas. Para evitar que o envelope se descomponha ou soltem os selos, podemos colocá-lo entre duas telas de nylon presas com clips, durante o processo de tratamento, somente retirando das telas quando os mesmos estiverem quase secos, aí então colocaremos os envelopes abertos ou fechados se for o caso, entre folhas absorventes, com pesos em cima para que fiquem bem prensados. Caso os selos se soltem, podem ser recolocados sobre as cartas, mas nunca utilizar cola bastão tipo Pritt ou semelhante, nem cola tipo tenaz, pois estas não soltam mais; devemos colar com colas vegetais tipo goma arábica ou mesmo fixar os selos com charneiras em caso de não achar a cola apropriada.

O bom filatelista deve tomar alguns cuidados preventivos antes do aparecimento da ferrugem, para que a coleção se conserve por muito mais tempo. Devemos guardar nossas coleções em locais secos, arejados e longe do sol ou de seu calor. Periodicamente devemos folhear nossas coleções para não ficarem contaminadas com ácaros ou bolor, provocados por umidade, mas também não podemos guardar em locais totalmente secos e hermeticamente fechados, sem ar algum, pois os selos neste caso perderão o PH necessário na sua composição, ficando assim ressecados e quebradiços, quase que esfarelando, se auto decompondo após longo período de tempo. Talvez seja pior o efeito do ressecamento do papel do que o da umidade.

Quando utilizarmos protetores plásticos tipo Havid, devemos tomar o cuidado de cortarmos um pouco maior, aproximadamente 3m/m maior do que os selos, para dar maior proteção aos selos, pois em diversas ocasiões em que parte dos selos ou picotes ficaram para fora do protetor, estas partes foram contaminadas com a ferrugem. Quando utilizarmos as charneiras para fixação dos selos, deveremos umidecê-las utilizando sempre um pano úmido e uma leve encostada da charneira neste pano bastará para que fique em posição de serem utilizados, o que não podemos fazer é usar a saliva para esta finalidade, pois a saliva tem ácidos que com o tempo danificam o selo.

Não devemos folhear as coleções próximo de janelas em dias chuvosos, pois o ar estando úmido contribuirá com o aparecimento da ferrugem nos selos. Os selos são fabricados sobre o suporte papel, que não é eterno, podemos apenas aumentar ou diminuir a duração deles; portanto devemos tomar todas as providências para que permaneçam perfeitos o maior tempo possível. É comum escutarmos falar que nos papéis antigos era comum o aparecimento da ferrugem, que os papéis e gomas atuais são melhores, mas constantemente vemos selos de períodos recentes já com marcas de amarelamento, que é o início do processo da ferrugem. Devemos verificar bem aquilo que adquirimos, pois selos com ferrugem podem contaminar nossas coleções, álbuns ou classificadores.

O Sr. Sérgio Marques da Silva é presidente da Sociedade Philatélica Paulista.

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Re: SELOS DO BRASIL - LIMPEZA E CONSERVAÇÃO

Mensagem por Convidado em Ter Ago 27 2013, 12:42

Alguns truques úteis que certamente o vão ajudar:


Como limpar selos, remover a goma ?
Deixa-los de molho em agua morna ou fria por alguns minutos se existirem papeis colados nos mesmos deixar por 10 min aproximadamente em agua fria com agua morna se descolam mais rapidamente,após isso esfregar com as pontas dos dedos para remover o restante da goma se existir.

Como tirar manchas de óleo ou de gordura dos selos ?

Lava-se o selo com um bocado de flanela embebida em terebentina. Seca-se entre duas folhas de mata-borrão branco e novo e mergulha-se num pouco de éter até desaparecer a transparência que a terebentina lhe havia dado. Lava-se depois com espuma de sabão, mete-se em água fria, secando- se depois pelo processo atrás referido. Em selos com cores muito fracas este processo não pode ser usado, dado que as cores podem ser alteradas.

Como restituir a cor primitiva a selos enegrecidos ?
Os selos de certos países como, por exemplo, o de 10 réis, violeta, de D. Carlos, emissão de 1982, são impressos em papel “couché”. Este papel contém alvaiade de Pb (chumbo), ficando enegrecido em presença de certas emanações sulfurosas. Assim, os selos desaparecem num fundo negro de Pb S (chumbo e enxonfre). Para restituir a cor primitiva basta mergulhar durante alguns minutos os selos enegrecidos num banho de H2 O2 (água oxigenada) a que se juntou uma pequena porção de NH3 (amoníaco). Depois lavam-se os selos em água pura ficando assim com a cor inicial.


Como avivar as tintas dos selos ?
“Os selos amarelecidos que, com o tempo, adquirem uma cor escura, podem voltar à cor primitiva depois de um banho de água fria onde se deite progressiva e lentamente um pouco de água oxigenada. Esta operação exige grande atenção. Um excesso daquela água queimaria o papel destruindo a cor. Em seguida lavar o selo em água fria e secar.”


Como evitar que a humidade afete os selos ?
Coloca-se um pires com carboneto de cálcio no lugar onde estão guardados os selos (armário, cofre, gaveta, etc), impedindo que a goma dos selos novos adira às folhas dos álbuns. Quando o carboneto de cálcio estiver saturado de água, substitui-se por novo.


Como limpar selos atacados pela telemicose (Ferrugem)?
Para se tirar a pigmentação (erradamente chamada ferrugem) dos selos, mal que os ataca frequentemente, quando colocados em qualquer lugar húmido ou devido à qualidade da cola, etc., procede-se do seguinte modo:

Dar banho, durante cinco minutos, com solução de permanganato de potássio a 2% em água e cinco minutos em solução de ácido cítrico a 16%.

Repetir a operação, se necessário, durante menos tempo.

Colocar duas gotas de água oxigenada (10 volumes) sobre o selo.

Lavar em água corrente com abundância e depois secar em mata-borrão.

Ou forma possível e menos dispendiosa é a seguinte:


Primeiro lavar o selo para remover qualque resquicio de goma que ainda exista,deixar secar por completo, deixar flutuar o selo com a parte afetada sobre uma solução de água fria limpa com água sanitaria na seguinte proporção 500 ml de água para 2 colheres de sopa do alvejante.Deixar por aproximadamente 10 min, em seguida deixar de molho em água limpa com sal para limpeza e fixação das cores, cuidado com os selos pois esse processo pode destruí-lo teste esse método antes com selos estragados antes de usar em algum selo bom, caso a infestação seja somente no picote ou em área pequena um cotenete embebido nessa mistura pode ser usado para aplicação lembrando de deixar em contato com a superficie pelo mesmo tempo,se a infestação afetar ambos os lados do selo o mesmo deve ser mergulhado na mistura.

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Re: SELOS DO BRASIL - LIMPEZA E CONSERVAÇÃO

Mensagem por Convidado em Ter Ago 27 2013, 12:43

VAMOS TIRAR A FERRUGEM DE NOSSOS SELOS?

O selo perde a goma; mas é melhor um selo sem goma e sem ferrugem do que um selo com goma e ferrugem.

Em primeiro lugar, se os selos tiverem goma, é preciso colocar os selos na água limpa, até que saia toda a goma. As vezes, a ferrugem está só na goma e já sai nesse primeiro banho, junto com a goma.

Esse banho de água limpa, pode ser com água morna caso os selos estejam muito sujos e empoeirados. Depois que saiu toda a goma, devemos colocar os selos sobre um jornal, com a impressão voltada para baixo.

Quando os selos estiverem bem secos, vamos fazer o banho químico. Para isto basta preparar em um prato de sopa, solução com um copo de água fria e uma colher da água clorada ou seja: alvejante de roupa sem qualquer outro produto além do cloro. Pode ser Cândida, ou qualquer outra marca de alvejante, desde Que não tenha perfume ou qualquer outro componente além do cloro. Vamos também preparar outro prato fundo só com água fria.

O ideal é fazer esse trabalho sobre uma mesa bem forrada com plástico. Colocando a nossa frente o prato com o banho químico, à direita o prato com água limpa e mais a direita o jornal aberto, já pronto para receber os selos molhados. Tendo tudo arrumado é só colocar os selos que vão passar por esse banho à esquerda, bem longe do prato com o banho químico, para que não recebam respingos que possam manchá-los. É preciso também bastante cuidado para não respingar na roupa, pois onde cair um pinguinho desse banho fica branco.

Daí, depois de todos os cuidados tomados e com tempo bastante a disposição e ninguém por perto para nos distrair a atenção, vamos nos sentar e começar o trabalho. Pegamos com a mão um único selo e o colocamos flutuando na água com água clorada. E ficamos observando e aguardando até a ferrugem sair. O lugar onde havia ferrugem vai ficar mais transparente que o restante do selo. Depois o tiramos com a mão e o colocamos na água pura onde podemos deixá-lo mergulhar para tirar bem algum resíduo do banho químico, depois, com a mão nós o tiramos da água e o colocamos no jornal para secar , com a impressão voltada para baixo.

Se o selo tiver muita ferrugem também na frente, podemos arriscar e deixá-lo mergulhar um pouco no banho químico para limpar a frente também, mas há sempre o risco de desbotar a cor. Quando o selo é gravado, como os da França até 1970 mais ou menos, o risco de debotar o selo é menor, pois as cores são mais firmes. Os selos clássicos ( anteriores a 1900) de qualquer país não podem de forma alguma mergulhar no banho químico e alguns, nem mesmo na água, como os da Inglaterra.

Falo sempre para que seja usada apenas a mão nesse processo todo, porque o papel do selo fica mais frágil quando molhado e pode rasgar-se ou furar no lugar em que a pinça o tocar. E há também o cuidado para que a pinça não fique enferrujada, pois o cloro ataca até o metal inoxidável.

Devemos começar este tipo de limpeza, com banho químico, treinando antes com selos estragados ou com os muito baratos, que temos às vezes em grandes quantidades. Até termos bastante prática e conhecimento da qualidade da impressão e do papel dos selos , pois alguns são mais frágeis, outros mais resistentes. Mas passada essa primeira fase, tudo fica mais fácil e mais rápido. Cheguei a lavar coleções inteiras no tempo em que trabalhei com meu pai e lavei também milhares de selos para comerciantes estrangeiros.

Qualquer um pode ter uma coleção limpa e bonita, se assim o quiser. Os selos para serem bons e bonitos não precisam estar com a goma intacta. Nós vivemos em um país tropical, cheio de umidade e os selos comprados hoje com a goma perfeita ( mint ) dentro de meses poderão estar com pontos de ferrugem, se não estiverem guardados em algum lugar mais seco da casa e bem protegidos com Hawid ou Maximaphil. Na falta dos protetores até saquinhos plásticos bem limpos, deste que usamos para embalar os selos, são úteis para protegê-los da ferrugem.

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Re: SELOS DO BRASIL - LIMPEZA E CONSERVAÇÃO

Mensagem por Convidado em Ter Ago 27 2013, 12:44

Constantemente deparamos em nossas coleções com selos novos gomados, mas com ferrugem, mesmo que ainda no início do processo ferruginoso, que consiste em manchas amareladas, que é o primeiro sinal de que o selo já está com princípio de comprometimento com a prejudicial ferrugem, comum em um país tropical.


Antes de tomar qualquer atitude devemos a princípio localizar o selo comprometido, coloca-lo em um Havid para que não comesse a passar a ferrugem para o álbum ou para outros selos. Se for um selo novo recente, que ainda se encontra a venda facilmente, no Correio, por exemplo, podemos fazer a substituição por outro perfeito e utilizarmos postalmente o selo comprometido, isto se o selo ainda não foi desmonetizado.


Caso for um selo relativamente recente, mas que já não se encontra no Correio a venda, no entanto são facilmente encontrados em lojas filatélicas, devemos neste caso adquirir outro selo similar perfeito.


Agora se for um selo de valor mais alto ou um selo que não conseguimos encontrar outro para substituí-lo, aconselho que este selo seja lavado e retirada a ferrugem, mesmo que o valor do mesmo fique inferior ao selo novo com goma. Caso não seja tomada esta providência, ficaremos sem a goma e sem o selo num curto período de tempo. Não há como estabilizar a ferrugem, ela dá os primeiros sinais de existência, se acentua, vai se auto-afirmando, escurecendo, aumentando, corroendo o papel do selo e passando para o álbum inteiro. É ilusão pensarmos que o selo está lá quietinho sem aumento do processo ferruginoso.


O processo de lavagem para retirada da ferrugem já esta bem difundido na filatelia, ele consiste em colocarmos o selo em uma mistura de água com uma mínima porção de permanganato de potássio, e deixarmos lá por 3 minutos. Em seguida devemos lavar o selo em água limpa e colocarmos novamente em uma mistura de água com um pouco de sumo de limão, e deixar lá também por mais 3 minutos. Pronto, agora é só lavar novamente o selo em água limpa, secar bem e guarda-lo no álbum ou classificador. Não guarde o selo ainda úmido, ele tem que estar bem seco para evitar justamente a ferrugem.


Devemos sempre fazer um teste com alguns selos comuns, de baixo valor, antes de limparmos o selo da nossa coleção. Não é difícil, é simples, apenas precisamos já antecipadamente separar os selos com ferrugem, dois recipientes de vidro ou plásticos para fazermos as lavagens e já termos adquirido o permanganato de potássio em uma farmácia. Não esquecer do limão que é também um componente importante no processo de limpeza dos selos.


É melhor ter um selo novo sem goma e sem ferrugem do que ter um selo novo com goma e com ferrugem, aumentando dia a dia.


Os fatores que favorecem o aparecimento da ferrugem são inúmeros, aqueles que dependem de nós e aqueles que já não dependem de nós.


Não podemos interferir naquilo que já foi feito, como por exemplo a mistura dos componentes que foram utilizados nos diversos tipos de papéis dos selos ou no tipo de goma que foi aplicada nos mesmos, mas podemos guarda-los em local seco, bem ventilado, sem sol, sem umidade, sem bolor, sem traças e outros depredadores. Devemos também folhar nossas coleções periodicamente para ajudar a ventilar e conservar.


Quem coleciona selos novos com goma deve ter o dobro da preocupação dos colecionadores de selos usados sem goma, pois a goma em si já é metade do problema na conservação dos selos. Somente manusear os selos com a pinça, nunca com os dedos que sempre deixam uma parcela de umidade ou impurezas.


Aconselho que no caso dos selos novos gomados, ao cortarmos os protetores plásticos (tipo Havid), não cortemos rente aos selos, mas deixemos um espaço maior em todas as bordas, isto ajudará mais a proteger os selos. Em minhas coleções reparei que aqueles protetores que cortei justos, onde alguns selos correram um pouco e ficaram os denteados de fora, exatamente nestes denteados apareceram ferrugens, isto constata que se os protetores fossem maiores, isto não aconteceria.


Devemos também levar em conta que os álbuns ou classificadores deverão ser de boa qualidade, bem como os protetores plásticos.


A filatelia é um hobby interessante, o maior deles, justamente porque ele requer cuidados, o colecionador tem que interagir com suas coleções, não é só comprar uma peça e guardar, esquecer, nossos selos merecem nossa atenção.



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Re: SELOS DO BRASIL - LIMPEZA E CONSERVAÇÃO

Mensagem por Convidado em Ter Ago 27 2013, 12:44

A resposta é simples: cuidar da qualidade dos selos. Em uma coleção de selos, a aparência dos mesmos deve ser a melhor possível. Selos enferrujados, empoeirados, mofados, ensebados ou cheios de charneiras e papéis no verso, dão um ar de desmazelo ao conjunto, isto sem falar nos estragados que devem ser jogados no lixo. É preferível um selo sem goma a um selo com ferrugem. As vezes , só em tirar a goma com água pura, a ferrugem se for superficial, já sai junto com a goma e o problema está resolvido. É ótimo, porque não se corre o risco de prejudicar a cor ou o papel com o banho químico.

Se após a limpeza com água pura a ferrugem permanecer no papel, aí será preciso lavar quimicamente o selo. Para isso, em primeiro lugar é preciso deixar o selo secar, para podermos ver bem a ferrugem e principalmente para que o selo não afunde no banho químico, que poderá atacar as cores e até mesmo desmanchar o desenho. O banho químico é uma solução com um copo água pura e uma colher de sopa de água clorada. Água clorada é encontrada nos super mercados, na seção de produtos de limpeza, com o nome de Cândida, ou Água Sanitária sempre sem perfume ou qualquer outra substancia que não seja o cloro. Como já disse, o selo deve apenas flutuar nessa solução. Se for necessário retirá-lo para verificar o andamento da limpeza, deve-se ter o cuidado de usar a pinça. Se pegarmos o selo com os dedos, vamos molhá-lo inteiro e ele afundará quando colocado novamente no banho.

Quando a ferrugem sair, ou estiver bem atenuada, passamos o selo para uma vasilha com água pura misturada com sal de cozinha. Uma colher de café, para um copo de água. O sal é para fixar a cor e dar mais vida ao selo. Depois é só coloca-lo para secar e prensá-lo na lista telefônica. Mesmo que seja necessário lavar muitos selos, deve-se lavar apenas três ou quatro de cada vez e ficar o tempo todo observando. É um trabalho de paciência que deve ser feito sem pressa e sem ninguém por perto para atrapalhar.

Outro motivo para lavar os selos é quando estão grudados entre si ou no papel. Nestes casos, basta um banho de água pura bem quente mas não fervendo e os selos devem permanecer nessa água até sair toda a gosma da cola e depois devem ser mergulhados em água pura fria por alguns instantes para que fiquem bem limpos.

Os selos mofados também devem tomar banho. As vezes ganhamos ou compramos caixas cheias de selos. Não sabemos quem os manuseou antes, e papel junta tudo quanto é tipo de fungos se ficar muito tempo guardado. O melhor, até mesmo para evitar problemas de saúde é lavá-los em água pura fria, secá-los, prensá-lo e depois colocá-los um pouco, só um pouco, sob o sol forte, que é um excelente desinfetante. Tudo isso dá um pouco de trabalho, mas vale a pena. Quando gostamos dos nossos selos, temos que cuidar bem deles para conservá-los sempre bonitos e sofram o mínimo possível com ação do tempo.

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Re: SELOS DO BRASIL - LIMPEZA E CONSERVAÇÃO

Mensagem por Sergioselos em Ter Ago 27 2013, 13:43

Ótima matéria Iury.

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Re: SELOS DO BRASIL - LIMPEZA E CONSERVAÇÃO

Mensagem por odilo em Ter Ago 27 2013, 13:49

Olá amigos e amigas,
Foi bom o Iury colocar tudo aqui num só lugar os textos sobre este assunto.
Mas penso que alguns esclarecimentos são necessários, pois certas coisas são relativas.
Por exemplo o termo "água fria" , se refere a água na temperatura abaixo de 15ºC ou tem alguma relação com mistura com água oxigenada?
Água morna, qual pode ser a temperatura? Entre 25°C e 30°C ?
Um lugar seco e arejado seria por acaso um lugar com umidade relativa do ar entre 50% e 60% e temperaturas entre 15 e 20ºC ?
Quanto a retirada da goma dos selos, parece implicância querer retirar toda a goma. Mas se ficar um pouco de goma, os selos vão colar no classificador e ai, como fazer para retirar eles? Logo, esta operação de esfregar de leve para retirar a goma as vezes tem que ser feita.
Para secar os selos, o melhor é usar papel mata-borrão branco com aprox. 2 mm de espessura com uma pilha de livros em cima. Este papel se encontra nas casas que vendem material para restauração. Pode parecer caro, mas se pode usar ele por 20 ou mais anos.
Bem, isto é um pouco da minha experiência em lavar selo.
Até mais,
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Re: SELOS DO BRASIL - LIMPEZA E CONSERVAÇÃO

Mensagem por Glauber em Ter Ago 27 2013, 16:43

Tópico editado no título, pois estava parecendo que estava relacionado à "limpeza e conservação" do catálogo e não dos selos.

Abraços,

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Glauber Motta
Coleciono selos 'mint': Brasil; e dos temas: Circo, Desertificação,
Felinos do Continente Americano, Mercosul e América-UPAEP (emissões conjuntas) etc.;
Selos 'usados' de séries básicas.
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Re: SELOS DO BRASIL - LIMPEZA E CONSERVAÇÃO

Mensagem por pvcfernandes em Ter Ago 27 2013, 19:26

Deixo aqui minha contribuição. Um outro estudo sobre ferrugem, gosto da abordagem nesse texto que fala sobre os tipos de fungos que provocam a ferrugem.

FONTE - http://www.clubefilatelicodobrasil.com.br/artigos/atecnicos/ferrugem.htm escreveu:"FERRUGEM!? DISSERAM FERRUGEM?
por Guy Podevin
Jornalista APPF e AIJP - Produtor-Realizador do Jornal Radiofonico "Phllatélie pour Tous"

Decerto que o Leitor já notou que alguns selos e outras pecas filatélicas da sua coleccão apresentam umas manchas acastanhadas, em especial no verso dos selos e nos contornos do denteado dos selos colados nos sobrescritos antigos e noutras pecas filatélicas.

Também já ouviu dizer que este fenômeno se designa vulgarmente por ferrugem, a qual ataca os selos de correio, os blocos, os diversos objetos de correspondência, etc. E se o Leitor consultar as páginas dum livro antigo, encontrará o mesmo fenômeno no bordo das respectivas páginas... Todavia, não se trata de qualquer tipo de ferrugem mas sim de colônias de minúsculos fungos papirícolas.

Existem 32 especies destes fungos da celulose e, entre eles, encontram-se 14 espécies do tipo papirícola, que deixam sobre o papel os pigmentos que lhes são caracteristicos:
A - Ascomycetios: - o Chaetomium glogosum (manchas amarelas esverdeadas); - o Eidomella papyricola (manchas vermelhas e verdes). B - os Fungiimperfecti:
B- Esperopridalios: - o Peyronella glomerata (manchas castanhas).
2. Hyphalios: a) os Dematiacios: - o PuI(ularia pullutans (manchas pretas); - o Cladosporium herbarum (manchas pretas); - o Stemphylium consortiale (manchas pretas); - o Stachybotris atra (manchas cinzentas); - o Alternaria tenuis (manchas violeta). b) os Tuberculariacios: - o Fusariuin culmorum (manchas vermelhas): - o Fusarium sambucinum (manchas amarelas). c) os Mucedinacios: - a Aspergillus terreus (manchas da cor beije); - a Botryclum piluliferum (manchas verdes); - a Vertici/Iius cinnabamum (manchas da cor ocre).


Estes fungos adoram a celulose do papel e, também, gomas de origem vegetal e animal (por exemplo. a cola de peixe, utilizada durante a última guerra), os alcatrões, e a nicotina.

Tratando-se de fungos, é da sua natureza reproduzirem -se por esporos, dos quais a atmosfera está absolutamente saturada e que não pretendem outra coisa se não reproduzir-se... Um pouco de umidade e... tudo começa !...

Como prevenir, ao máximo, esta "praga" Desde logo é necessário, caro leitor, que a sua coleção seja guardada em local arejado ensolarado e sem ponta de umidade! Isto significa que o local em questão deve ser aquecido normalmente, no Outono e no inverno.

O leitor deverá abster-se, rigorosamente, de fumar na sala ou gabinete onde se encontram guardadas as coleções e nos locais onde se efetuam as sessões de trocas filatélicas. Com efeito, o fumo infiltra-se por todo o lado e uma imperceptível camada de alcatrão e de nicotina fica depositada em tudo, o que é suficiente para "dar de corner" aos fungos. Os classificadores e as folhas de albuns que estejam contaminadas devem ser simplesmente destruídas.

Os responsáveis pelas sessões de trocas nas associações filatélicas devem recusar-se terminantemente, a fazer circular os cadernos de selos que apresentem vestígios de fungos pois que os cadernos isentos destes poderão vir a ser contaminados, conjuntamente com os selos neles existentes e que, por sua vez, irão "infectar" as coleções dos filatelistas que eventualmente manuseiem tais cadernos (ou classificadores).

O leitor não deverá incluir nos seus álbuns e ou classificadores senão selos e documentos perfeitamente secos. Um pouco de sol pode completar a secagem das peças após a limpeza das mesmas ou a lavagem dos selos usados. Os filatelistas deveriam guardar todos os seus álbuns e classificadores dentro de caixas ou estojos, impedindo, assim, que a poeira penetre neles e, com esta, os esporos dos fungos. Se observarem os seus livros, verificarão que o bordo superior das respectivas páginas é a primeira zona a ser atacada pelos fungos. Os álbuns e classificadores devem ser guardados em móveis fechados isto é, com portas que podem ser de vidro, madeira ou outros materiais, pois isto será uma forma complementar de proteção.

A sua coleção, caro leitor, deve ser arejada regularmente, de preferência em época seca. As peças sobre as quais haja a suspeita de terem sido "atacadas" devem ser imediatamente retiradas. Todas estas precauções de arrumação igualmente necessárias - e redobradas, se possível... - no caso do leitor residir num perímetro de 20 km em relação ao local onde existam indústrias químicas petrolíferas e a 60 km pelo menos se a sua residência estiver situada a favor de ventos dominante em relação àquelas instalações industriais. 0 enxofre e outros produtos semelhantes poderão causar estragos irreparáveis nas suas coleções...

Eliminação dos fungos do papel

Se os selos sã usados (obliterados), é relativamente fácil destruir os fungos que os atacam e fazer desaparecer os seus vestígios. Um a um, os selos devem ser mergulhados numa solução de água e 20 a 30% de lixívia. O leitor deve deixar agir esta solução vigiando-a atentamente, até que as manchas dos fungos se tornem transparentes. Então, o selo deve ser imediatamente retirado desta solução de água/lixívia e mergulhado, com a ajuda de uma pinça, numa taça grande com água limpa, que deve ser renovada sempre que necessário e sem hesitação. 0 selo deve ser agitado, com cuidado, dentro da taça com água pura, com a ajuda da pinça, até uma perfeita e completa lavagem deste.

A secagem deve ser feita em seguida, sobre um mata-borrão branco, com a parte impressa do selo virada para baixo, isto é, para o mata-borrão base. Para os selos novos, o processo é mergulhá-los alguns instantes em tricloroetileno: (*) a goma será preservada. Com este processo, as marcas de alguns fungos desaparecerão; noutros, a sua proliferação será estancada. Se as manchas persistirem (o que geralmente acontece), não resta outra solução senão dar aos selos novos o mesmo tratamento dos selos usados, perdendo-se, naturalmente, a goma...

Mas a verdadeira ferrugem também existe...
Nas prirneiras cadernetas ("carnets") de selos postais, impressas tipograficamente, a Iigacão da capa da caderneta aos selos propriamente ditos, era feita mediante a aplicacão de grampos de ferro. Se estas cadernetas se mantiverern guardadas em ambientes sujeitos a umidade, os grampos oxidam e criam, então, a verdadeira ferrugem. Esta ferrugem incrusta-se, geralmente, na superfície da folha onde é aplicado o grampo.

A operacão a considerar, neste caso, é a de limpar cuidadosamente o grampo de todos os vestígios de ferrugem e de raspar, corn a major precaução, a zona do papel ou da cartolina atingida pela ferrugern, para retirar o óxido de ferro aí depositado.

Copyright: GUY PODEVIN Traducão do original frances: Vitor Falcgo

(*) NT: Cl-IC VCC1 2 Liquido volátil usado como solvente. E também um anestésico eficaz, sobretudo em pequenas intervenções." "gn"
Talvez com um estudo mais aprofundado desses fungos, podemos chegar a soluções/tratamento diferentes para cada tipo de ferrugem.

[]´s

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Re: SELOS DO BRASIL - LIMPEZA E CONSERVAÇÃO

Mensagem por Sergioselos em Ter Ago 27 2013, 19:33

Legal....

Mais material...

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Re: SELOS DO BRASIL - LIMPEZA E CONSERVAÇÃO

Mensagem por JOSE RENATO em Ter Ago 27 2013, 19:35

Pessoal,

Mais uma vez alerto para esse tipo de tópico.

Não se fala em lugar nenhum DE QUE SELOS ESTAMOS FALANDO. Fala-se de selos de uma forma geral.

Temos que lembrar sempre que tem os selos do Império, do início da República, da década de 40 e depois dos anos 2.000; são selos com papéis, tintas, tipo de impressão, COMPLETAMENTE DIFERENTES.

Uma solução pode ser boa para um tipo de selo e desastrosa para outro.

Espero não estar sendo MUITO chato com esses "conselhos" mas já vi muita gente perder selos por usar produtos inadequados.

Um abraço.

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Re: SELOS DO BRASIL - LIMPEZA E CONSERVAÇÃO

Mensagem por Timbres em Ter Ago 27 2013, 20:49

Para selo novo, emitido sem goma, vale também limpar dessa maneira? Crie algum problema e ainda pode considerar-se o selo como MINT?
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Re: SELOS DO BRASIL - LIMPEZA E CONSERVAÇÃO

Mensagem por carol c em Dom Jan 03 2016, 22:00

Testei hoje essa limpeza com permanganato e limão. Fiquei impressionada com o resultado, muito bom. Mas senti em geral a necessidade de deixar mais tempo principalmente no banho com limão.
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Re: SELOS DO BRASIL - LIMPEZA E CONSERVAÇÃO

Mensagem por maicopini em Sab Fev 20 2016, 11:26

Bom dia !. Acompanho este fórum anonimamente faz algum tempo e me cadastrei hoje.
Se Possível gostaria de opiniões a respeito de conservação de selos. Meus selos estão em um armário fechado, porem com temperatura acima de 26 graus e umidade acima a de 70, algumas peças já apresentam alguns pontos de ferrugem.
Uma ideia absurda me passou pela cabeça, o que aconteceria com meses selos com uma Adega climatizada de pequeno porte, com temperatura e umidade controlada.
Gostaria de opiniões. Obrigado
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Re: SELOS DO BRASIL - LIMPEZA E CONSERVAÇÃO

Mensagem por odilo em Sab Fev 20 2016, 11:51

Bom dia maicopini.
Seria desejável que logo faça sua apresentação aqui no fórum. Assim as mensagens poderão ser melhor direcionadas aos seus problemas ou consultas.

Sobre o este assunto veja o que escrevi : Conservação preventiva de álbuns e selos em http://www.afsc.org.br/boletins/boletim68/boletim68.pdf .

Quanto ao problema de deixar muito tempo guardado em determinada temperatura e umidade, consulte :
http://docplayer.com.br/49918-Isopermas-uma-ferramenta-para-o-gerenciamento-ambiental-2-edicao.html
 
Neste artigo, veja em especial a fig. 5 e as anotações.

Abraço,
Odilo

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Re: SELOS DO BRASIL - LIMPEZA E CONSERVAÇÃO

Mensagem por odilo em Sab Fev 20 2016, 12:15

Talvez possa ser útil também este:

http://docplayer.com.br/13815508-Analise-da-degradacao-de-amostras-de-papel-expostas-a-diferentes-condicoes-higrotermicas.html


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Re: SELOS DO BRASIL - LIMPEZA E CONSERVAÇÃO

Mensagem por maicopini em Sab Fev 20 2016, 12:57

Sr Odilo muito obrigado pela atenção e pela artigos. Percebo o quanto estou mantendo erroneamente meus selos. Um assunto bastante complexo. Em seu artigo o Sr mantém a temperatura próximo a 20 graus e a umidade em cerca de 50%, que imagino ser ideal.Minha coleção consiste em 5 classificadores de selos da Alemanha e Brasil ambos selos do Império, sobretudo Brasil, pelo que li nos artigos que me enviaste, mesmo que superficialmente, não me parece um tanto absurdo um móvel climatizado, com controle de temperatura e umidade, sem incidência de luz solar ou contato direto com poeiras.
Atualmente utilizo a cada 2 meses 3 caixas de secar desumidificador, logo elas sao preenchidas com agua.
Atenciosamente Marco Antonio Pini
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Re: SELOS DO BRASIL - LIMPEZA E CONSERVAÇÃO

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