ALEMANHA - 2ª GUERRA MUNDIAL: LUFTWAFFE, DEFENDENDO OS CÉUS DO REICH - 1939-1945!!!

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ALEMANHA - 2ª GUERRA MUNDIAL: LUFTWAFFE, DEFENDENDO OS CÉUS DO REICH - 1939-1945!!!

Mensagem por Antonio C. Pulsy em Seg Dez 03 2018, 21:24

Compartilho com os colegas, "Luftwaffe, Defendendo os Céus do Reich".


                                                                LUFTWAFFE,
                                                DEFENDENDO OS CÉUS DO REICH.

Até 1942, a necessidade de se empregar um grande número de caças ou canhões antiaéreos (conhecidos como Flak = flugabwehr kanone), na defesa da Alemanha, parecia ser algo desnecessário. Os ataques dos bombardeiros da RAF em 1940 e 1941 eram esporádicos e, na maioria dos casos, poucos danos provocaram. Além disso, o sucesso das defesas alemãs então existentes fizeram com que os britânicos passassem a optar por ataques noturnos, o que acabou prejudicando a navegação e a precisão dos bombardeiros. Em agosto de 1941, o Comando de Bombardeiros da RAF foi obrigado a admitir que, nos ataques conduzidos contra as indústrias situadas no vale do Ruhr, apenas um terço das bombas caíram dentro de um raio inferior a 8 km dos alvos designados. Em uma época em que as forças alemãs estavam cercando os Bálcãs e varrendo as estepes da Rússia, havia pouca necessidade de se manter uma grande força nos céus da Alemanha. Isso era indicado pelo número de aviões mantidos na Alemanha: no fim de 1940 havia apenas 165 aviões, o que foi aumentado para pouco mais de 300 um ano depois. Mas os alemães não negligenciaram completamente as defesas de seu espaço aéreo. Ainda em julho de 1940, o General Josef Kammhuber foi indicado por Göring para desenvolver a defesa noturna e suas inovações tornaram-se a base de uma operação importante no futuro. Seu sistema ficaria conhecido como "Linha Kammhuber", estendendo-se da Dinamarca até o sul da França. Apelidada de "Himmelbett", ela dividia as áreas onde estavam as principais rotas dos bombardeiros em formações, cada uma das quais era defendida por radares, caças, holofotes e canhões antiaéreos. Os radares de longo alcance "Freya" eram posicionados para apanhar sinais de qualquer força que se dirigisse ao Reich; assim que os bombardeiros se aproximassem, eles seriam rastreados por radares de curto alcance "Wurzburg", que eram conectados às bases dos caças noturnos. Este sistema de contato entre as bases e os radares "Wurzburg" guiariam individualmente cada caça em direção aos inimigos, deixando aos pilotos a tarefa de identificá-los visualmente. Se isto se tornasse impossível, os caças seguiriam os bombardeiros até as "zonas iluminadas" pelos gigantescos holofotes e então os atacariam. Ainda assim, se todos esses meios falhassem, as armas antiaéreas situadas na região "iluminada" entrariam em ação. Para aquela época era, realmente, um sistema muito sofisticado. Além disso, por insistência do então Major Wolfgang Falck, os alemães criaram a "primeira unidade de caças noturnos", a Nachtjagdgeschwader 1 (NJG1) ainda em julho de 1940. Equipada com os bimotores Me Bf 110 e com sua tripulação recrutada entre os Zerstoresgeschwaders (ala de caças bimotores pesados de longo alcance), os caças noturnos se mostrariam, nos anos seguintes, como uma das mais acertadas decisões da Luftwaffe e revelaria grandes ases como Heinz Wolfgang Schnaufer, Helmut Lent, Werner Streib, Prinz zu Wittgenstein, Hans Joachim Jabs, Martin Drewes, entre outros. Contudo, no início de 1942, a RAF aperfeiçoou seus ataques. Os primeiros bombardeiros pesados quadrimotores começaram a ser empregados e, sob a liderança do Marechal-do-Ar Arthur Harris, uma nova estratégia foi introduzida, baseada no conceito de "área de bombardeamento", onde cidades inteiras passaram a ser visadas, ao invés de concentrar os ataques apenas em indústrias ou refinarias. Isto reduzia a necessidade de uma grande precisão nos ataques, mas aumentou drasticamente o número de mortos e feridos entre os civis. Como exemplo, na noite de 28/29 de março de 1942, a cidade de Lübeck foi arrasada e, um mês depois, foi seguida por Rostock. Em ambos os casos, os bombardeiros voaram em um fluxo contínuo, simplesmente inutilizando a Linha Kammhuber. Hitler ficou furioso. Imediatamente após o ataque sobre Lübeck, ele ordenou à Luftflotte III que iniciasse ataques retaliatórios sobre a Inglaterra. O primeiro ocorreu na noite de 23/24 de abril, quando 45 Dorniers Do 217 atingiram Exeter, repetindo o ataque no dia seguinte. A cidade histórica de Bath foi atingida na mesma noite que Rostock - e isto levou Hitler a afirmar, em um discurso ao povo alemão, que ele havia comprado uma cópia do Guia Baedeker sobre a Grã-Bretanha e que as cidades listadas neste guia seriam liquidadas uma a uma. A partir de então, até o final de julho, no que ficou conhecido como os "Raids de Baedeker", os bombardeiros da Luftwaffe atacaram Norwich, Exeter, York, Hull e Birmingham. No caso de Exeter - atingida pela terceira vez em 3/4 de maio - os resultados foram terríveis. Mas a Luftflotte III não podia manter essa campanha. As perdas cresciam e a ausência de um bombardeiro pesado alemão fizeram com que os ataques fossem diminuindo. Com exceção de uma breve série de ataques em Londres no início de 1944, este foi o "canto de cisne" da Luftwaffe sobre as Ilhas Britânicas. Enquanto isso, a RAF continuava a aperfeiçoar seus ataques, montando o seu primeiro "Ataque de Mil Bombardeiros" em 30/31 de maio de 1942, contra a cidade de Colônia. Os danos não chegaram a ser substanciais, mas tornou evidente a necessidade de se melhorar as defesas aéreas da Alemanha. Outras cidades atingidas durante este período incluíam Hamburgo, que foi bombardeada duas vezes pela RAF em julho de 1942. No primeiro ataque, os reservatórios de água foram destruídos e a Zivilschutz (Defesa Civil) entrou em colapso. No ataque seguinte, bombas incendiárias foram jogadas sobre a cidade e uma série de incêndios irromperam. Estes incêndios acabaram se unindo, transformando a cidade em uma grande fornalha. A medida que o ar quente subia, criava-se um vácuo e mais ar era sugado para alimentar as chamas. Esse processo se repetiu de modo contínuo, gerando temperaturas de 1000º Celsius e ventos de 240 km/h, numa área aproximada de 24 km2. A população, encurralada em abrigos antiaéreos, acabou sendo cremada viva. A tempestade de fogo que se seguiu matou milhares de pessoas e levou o prefeito da cidade a pedir a evacuação de todos os civis não essenciais. Nunca se conseguiu calcular o número total de mortos, mas estimativas cautelosas citam cerca de 50 mil mortos e 38 mil feridos. Embora à luz da guerra estes ataques fossem considerados como mero "ato de guerra", historiadores vêm, nos últimos anos, questionando com veemência a violência deste método, que atingia principalmente os civis, e sua brutalidade sistemática vem sendo equiparada ao ataque atômico sobre Hiroshima e Nagasaki. A justificativa dada por Harris durante e após a guerra era a de que estes ataques visavam aniquilar a capacidade industrial inimiga e minar a moral da população civil - mas, em ambos os casos, nada foi comprovado: os alemães continuaram combatendo com vigor até 1945 e sua indústria, sabiamente descentralizada pelo Ministro Albert Speer, continuou sua produção até semanas antes do colapso total. Mas, à época, estes ataques eram vistos apenas como uma forma de vingar os ataques da Batalha da Inglaterra e, para os alemães, outros sinais da catástrofe que estava por vir surgiram em agosto de 1942, quando os primeiros bombardeiros americanos começaram a operar a partir de bases na Inglaterra. Seus ataques diurnos com os B-17 Flying Fortress e os B-24 Liberator concentraram-se, a princípio, na França ocupada, Bélgica e Países Baixos, forçando os alemães a defenderem seus territórios 24 horas por dia. Mas, as defesas existentes eram insuficientes. Em resposta, a Luftwaffe fortaleceu suas unidades situadas no Oeste, passando a operar com cerca de 400 caças noturnos e 200 caças diurnos, apoiados por cerca de 1100 canhões antiaéreos. Os efeitos foram sentidos em todas as frentes, já que estes aviões foram retirados de unidades pré-existentes e em serviço em vários teatros de operações. O Comando alemão fez grandes esforços para aumentar a produção e desenvolver novos aviões, mas isto levaria tempo, o que eles não possuíam. A esta altura a guerra estava em seu quarto ano e a Luftwaffe ainda operava as mesmas aeronaves que estavam em serviço em 1939. Algumas, como o Bf 109 e o Ju 88 tinham sido - e continuariam a ser - desenvolvidos e refinados em termos de velocidade, armamento e durabilidade, mas outros, como o Bf 110 e o Ju 87 Stuka, já eram obsoletos. Seus substitutos - o bombardeiro He 177 Greif e o caça de longa distância Me 210/410 - estavam encontrando sérias dificuldades em seu desenvolvimento e, mesmo após sua introdução, seus problemas mecânicos eram tantos que seu impacto foi quase nulo. Em tais circunstâncias, é um feito notável verificar o quão efetiva era a defesa aérea alemã em 1943 e início de 1944. Em uma época em que os Aliados ficavam mais sofisticados, os ingleses haviam introduzido seus radares “Oboe” e "H2S" que eram instalados em seus bombardeiros, e os americanos desenvolveram sua "formação fechada", a Luftwaffe conseguia impor ainda pesadas baixas, tanto de dia como de noite. À medida que os americanos passaram a penetrar o espaço aéreo do Reich para atacar as bases de submarinos no início de 1943, o Me Bf 109 e Fw 190 armados com canhões de 20mm e mísseis ar-ar começaram a ser usados para quebrar as formações americanas e atacar os bombardeiros isolados que ficavam vulneráveis. Quando os americanos tentaram atingir as fábricas de aviões situadas em Regensburg e Schweinfurt em ataques ocorridos em agosto e outubro de 1943, eles perderam cerca de 60 aviões em cada missão. As perdas passaram a ser tão grandes que a 8ª Força Aérea do Exército Americano viu-se obrigada a repensar sua estratégia. A resposta da Luftwaffe para a campanha noturna da RAF foi mais complexa. A Linha Kammhuber ainda era relativamente efetiva no início de 1943, embora sua capacidade tenha sido minada pela adoção dos ataques contínuos de grandes formações e pelo uso do sistema chamado "Window" -  pequenos pedaços de alumínio que eram jogados pelos bombardeiros e que acabavam "cegando" os radares alemães - que foi utilizado pela primeira vez nos ataques à Hamburgo. A primeira estratégia alemã adotada foi o "Wilde Sau" (Javali Selvagem). Em 27 de junho de 1943, o Major Hajo Hermann, conseguiu permissão de Göring para formar um pequeno comando de caças noturnos monomotores, a JG300. Hermann era um condecorado piloto da força de bombardeiros da Luftwaffe (ganhador da Cruz de Cavaleiro com Folhas de Carvalho e Espadas) e estava atuando neste momento como Inspetor de Técnicas e Táticas de Bombardeiros. O "Javali Selvagem" era de uma simplicidade espantosa. A idéia era de que os caças defensores se concentrassem na área do alvo, onde os incêndios causados pelas bombas permitiam a localização e o ataque visual aos bombardeiros. Para aumentar sua autonomia, os caças eram dotados de tanques suplementares de combustível e eram, preferencialmente, aviões monomotores, como os Me Bf 109 e os Fw 190. A estratégia não era perfeita, posto que já pressupunha que o alvo estivesse sob ataque e ainda dependia dos radares terrestres para guiar os caças até as formações inimigas. Além disso, muitas vezes a situação se tornava extremamente caótica para as outras forças defensivas envolvidas na operação, como os canhões, que encontravam grande dificuldade em diferenciar os inimigos de seus próprios aviões. Por fim, os pilotos destes caças monoposto tinham pouco ou nenhum treinamento de vôo por aparelhos e os acidentes eram freqüentes. Mas, ao menos, o "Wilde Sau" serviu para dar alguma proteção às cidades alemãs, enquanto novos equipamentos de radar eram desenvolvidos, a fim de superar o efeito "Window". Uma técnica mais refinada surgiu pouco depois e foi denominada de "Zahme Sau" (Javali Manso). Nela empregavam-se bimotores como o Me Bf 110 e o Ju 88, que se mostraram mais adaptados à caça noturna. A idéia era que a rede de radares, inutilizadas pelo "Window", orientassem os caças de modo a conduzi-los para a área de maior concentração de tiras de alumínio, onde, em algum lugar, estavam os bombardeiros da RAF. Uma vez nesta região, caberia aos pilotos alemães a busca e interceptação do inimigo. Mas, logo, os aviões alemães ganhariam "olhos". Uma corrida tecnológica começou entre os ingleses e alemães para ver quem desenvolveria o melhor sistema de radar a ser operado à bordo dos aviões. Os caças noturnos alemães passaram, então, a ser equipados com radares de baixa freqüência que os tornava imunes ao "Window" e independentes das bases terrestres. O melhor equipamento germânico era o SN-2 Lichtenstein, cujo conjunto de quatro antenas situadas no nariz da aeronave, tornou-se a marca registrada dos caças noturnos. Algumas aeronaves também foram equipadas com canhões especiais que disparavam perpendicularmente à sua fuselagem - conhecidos como "Schräge Musik" ou "música Jazz" - que lhes permitia disparar de baixo para cima, o que os deixava fora da visão dos artilheiros dos bombardeiros, e que se revelaria uma técnica altamente eficaz. Durante o ano de 1943, Hitler ordenou que unidades de canhões fossem retiradas de outros teatros de operação e trazidas de volta à Alemanha, em uma tentativa de repelir os bombardeiros aliados, concentrando as baterias em posições chave, como o vale do Ruhr e Berlim. Isto aumentou o nível de fogo defensivo mas, por outro lado, privou as unidades da Wehrmacht situadas nas frentes de combate da Itália e da União Soviética de qualquer defesa antiaérea. Como uma grande proporção destes canhões era composta do famoso 88 mm, que também era utilizado eficazmente como um canhão antitanque, os problemas se tornaram mais graves. De qualquer forma, a combinação de artilharia antiaérea, holofotes e melhores táticas de combate noturnas, impuseram aos bombardeiros aliados perdas colossais. Durante a chamada Batalha de Berlim, entre 18/19 de novembro de 1943 e o final de janeiro de 1944, a RAF perdeu 384 aviões em apenas 14 ataques contra a capital alemã; e, na noite de 30/31 de março de 1944, durante um ataque contra Nüremberg, os ingleses perderam 95 bombardeiros de uma força total de 795. Tinha-se o sentimento de que as defesas aéreas estavam em vantagem. Mas era uma falsa impressão. Em julho de 1943, o número de aeronaves comprometidas com a defesa do Reich era de cerca de 800 caças diurnos e 600 caças noturnos - o que enfraquecia a Luftwaffe em outras frentes. Mais importante e dramático era que muitos dos melhores pilotos alemães estavam envolvidos na batalha para proteger a Alemanha e, como as perdas cresciam assustadoramente, a Luftwaffe começou a ver a morte de seus melhores homens. Walter Oesau, Josef Würmheller, Wolf Dietrich Wilcke, Prinz zu Wittgenstein e, mais tarde, Walter Nowotny, morreram enfrentando infinitas levas de bombardeiros que varreram os céus da Alemanha em 1944. A maioria destas baixas era causada por uma nova arma americana: os caças de escolta, principalmente, os P-47 Thunderbolt e os lendários P-51 Mustang, que haviam sido desenvolvidos especialmente para este fim, após as lições aprendidas em Schweinfurt. O surgimento destes novos aviões fez com que os alemães dividissem seus aviões em “caças-pesados”, equipados com as pesadas armas anti-bombardeiro, como os canhões extra de 20 mm sob as asas e os foguetes Gr 21, que os tornavam mais lentos e “caças-leves” que atuavam com o equipamento padrão, cuja função era a de manter ocupados os aviões de escolta, enquanto que os caças pesados atacavam os bombardeiros. Mas, normalmente, o número de caças de escolta era tão grande, que eles davam conta dos dois grupos, indistintamente. Os resultados foram catastróficos para a Luftwaffe. O então General der Jagdflieger, Adolf Galland afirmava em seus relatórios que "...entre janeiro e abril de 1944 nossa força de caças diurnos perdeu mais de mil pilotos. Entre eles estão incluídos nossos melhores comandantes...". Com as forças aliadas ganhando a superioridade aérea, ao menos de dia, e a Luftwaffe levada aos limites, Galland não estava equivocado quando previu que "chegou o dia em que nossas forças estão em vias de entrar em colapso". Assim, a despeito da incrível bravura de seus pilotos e de sua fantástica capacidade de improvisação - que levou a uma das mais efetivas, embora de vida curta, campanhas de defesa aérea da guerra, a Luftwaffe estava chegando ao fim de sua capacidade como força combativa. Como ela não mais podia controlar os céus do Reich, seus inimigos ficaram livres para concentrar seus recursos monstruosos de destruição sobre os parques industriais e linhas de suprimento. E estas fábricas destruídas incluíam, obviamente, os fabricantes de caças. Outro problema foi aquele que atingiu o promissor avião a jato Messerschitt Me 262. Embora fosse a única aeronave capaz de enfrentar e superar os aviões de escolta aliados, sua produção foi deliberadamente atrasada para que ele fosse adaptado para desempenhar a função de caça-bombardeiro, sob as ordens expressas de Hitler. Embora seu projeto não tivesse de ser alterado, isto acabou desvirtuando este incrível avião, que era um caça nato - justamente o que os pilotos da Luftwaffe precisavam naquele momento. De agora em diante, os homens de Göring estavam lutando simplesmente para sobreviver, contra um inimigo que parecia ter recursos ilimitados. Os dias de glória da Blitzkrieg e da Luftwaffe já pertenciam à História. Mas uma longa e desesperada agonia ainda precederia seu fim.


BLOCO AVIÕES ALEMÃES.


ME BF 110.


FW 190.


FDC FORTALEZA VOADORA B-17.


FDC BOMBARDEIRO B-24 LIBERATOR.


FDC CAÇA P-47 THUNDERBOLT.


FDC CAÇA P-51 MUSTANG.


SÍMBOLO DA LUFTWAFFE: ÁGUIA NEGRA E SUÁSTICA.


DEFESA ANTIAÉREA ALEMÃ.


BI-MOTOR ALEMÃO COM RADAR NO BICO.


AS CHAMAS INDICAVAM O CAMINHO.


HOLOFOTES.


GENERAL JOSEF KAMMHUBER.


MAJOR HAJO HERMANN.


BOMBARDEIRO B-17.


BOMBARDEIRO B-24 LIBERATOR.


CAÇA P-47 THUNDERBOLT.


CAÇA P-51 MUSTANG.


CAÇA NOTURNO ME BF 11O COM RADAR NO BICO.


CAÇA ME BF 109.


CAÇA FW 190.


CAÇA FW 190 COM CANHÃO DE 20 MM.


CAÇA A JATO ME 262.


BOMBARDEIRO ALIADO EM CHAMAS.


BOMBARDEIRO ALIADO SENDO ABATIDO.


COLONIA ARRASADA.
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Antonio C. Pulsy

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